Em plenária de apoio ao seu mandato realizada pelo Diretório Municipal do PT de Cubatão, o deputado estadual Fausto Figueira (PT) reafirmou seu compromisso de estar sempre presente na luta das pessoas: “Para mim, fazer política é representar os sentimentos que são coletivos. Ou exerço o mandato como o escolhido para travar essa luta na Assembleia Legislativa ou não tem sentido ser candidato de vocês”, enfatizou. O encontro aconteceu na noite de quinta-feira, dia 25, e reuniu simpatizantes, representantes de entidades civis e lideranças comunitárias da Vila Nova, Vila dos Pescadores, Bolsão, Cota 95, 200 e 400. Em seus dois mandatos como deputado estadual, Fausto conseguiu aprovar quase R$ 1 milhão em emendas para o município de Cubatão.
O deputado alertou os presentes para os oportunistas que sempre surgem em ano eleitoral. “Muita gente virá aqui para buscar votos. O que está em jogo é um modelo de governo que prioriza as pessoas. Já elegemos um presidente operário, agora é a hora de elegemos uma mulher para dar continuidade ao projeto do presidente Lula. Ele que, quando fala das necessidades do população, fala com sabedoria, pois viveu essas situações. Seu governo tirou 20 milhões de brasileiros da linha da miséria; outros 10 milhões passaram a dispor de energia elétrica; em janeiro deste ano o Brasil bateu recorde de geração de empregos”, exemplificou.
Fausto Figueira também ressaltou a necessidade de mudança no Governo do Estado e do PT eleger bancada forte de deputados para dar sustentação ao governo. “O que resultou em beneficio para o povo a venda da Cosipa, da Vale do Rio Doce, das nossas elétricas e telefônicas?”, questionou, referindo-se ao modelo privatista do PSDB. “Eles venderam nossas empresas para entregar o dinheiro ao FMI; o Governo Lula pagou a dívida com o FMI”.
O deputado citou também a escalada da dengue no Estado e, especialmente, na Baixada Santista. “Corremos o risco de morrer por um mosquito que o Governo de São Paulo não é capaz de controlar. Na educação, nosso estado só perde para o Estado de Alagoas. É a aprovação automática que faz com que os alunos saiam da escola sem saber ler. A segurança pública, recebe o pior salário do país. É possível eleger alguém melhor”. |